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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Jazz
Era de se imaginar.
Quando o sangue ao qual lhe cobria a pele, não tinha mais planos.
O torpor toma-lhe a boca, olhos, ouvidos, carne e alma que a priori eram furtados pelo Jazz. Jaz.
Um comentário:
La!
5 de fevereiro de 2009 às 16:14
E o que não merece ser furtado pelo jazz?!
Go on, pretend that i'm a wallet, i wanna be stolen
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E o que não merece ser furtado pelo jazz?!
ResponderExcluirGo on, pretend that i'm a wallet, i wanna be stolen