A escrita estava ali. De fato, a tentativa dela.
Em pensar que era apenas a tentativa frustrada de transduzirreações bioquímicas e fisiológicas em razão, mas na verdade eram apenas vultos. [Era o caos].
Nada era palpável, tudo transcoava dessas reações, o eu puro estava coado, coalhado
como sangue pisado que mancha a pele ao invés de rasgá-la e estravasar,
e junto dele a essencia, filtrada pela pele e ventre.
Por fim, nem a caneta sabia o que estava fazendo.

A peneira é como se fosse um filtro
ResponderExcluirSó o que presta passa por ela
A arte é a peneira da vida
A vida é a peneira da morte
Gostei do teu blog ^^
ResponderExcluirmuito interessante.